Oi pessoas! Tudo bom?
Dia das Mães chegando, já compraram os presentes? Como todo bom brasileiro acredito que 80% das pessoas vai deixar pra comprar no sábado e enfrentar os shoppings lotados xD
O meu tá comprado já, fui esperta esse ano!
Vou começar desejando um Feliz Dia das Mães adiantado para as mamães leitoras, e para as mamães das leitoras também! hehe
E estou de volta com Conhecendo o Autor! Essa semana o escolhido é Christopher Paolini (confesso ter dificuldade para escrever o nome dele, não sei porque meu cérebro trava para escrever Chris hahaha).
Biografia:
Christopher Paolini nasceu no dia 17 de novembro de 1983 em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. Exceto por alguns anos em Achorage, Alasca, ele passou a vida inteira na região de Paradise Valley, no estado norte-americano de Montana, onde ainda reside. Ele vive com os pais e a sua irmã mais nova, Angela, numa rústica casa às margens do rio Yellowstone, cenário o qual Paolini descreve como uma de suas principais fontes de inspiração. Entre as inspirações literárias de Paolini figuram as obras de J.R.R. Tolkien, E.R. Eddison e o poema épico Beowulf.
Obras:
Christopher Paolini é autor da série Ciclo da Herança, lançada pela Editora Rocco. Essa série já vendeu cerca de 25 milhões de exemplares e já foi publicada em 41 países. Christopher começou a escrever essa série logo que terminou o Ensino Médio, quando tinha 15 anos.
• Livro 1 - Eragon
Eragon é o romance de estreia de Christopher Paolini, uma história repleta de ação, perigosos vilões e locais fantásticos. Com dragões e elfos, cavaleiros, lutas de espadas, inesperadas revelações e, claro, uma linda donzela que é muito bem capaz de cuidar de si própria. O protagonista, de quinze anos, é um pacato rapaz do campo, que ao encontrar na floresta uma pedra azul polida, se vê da noite para o dia no meio de uma disputa pelo poder do Império, na qual ele é peça principal.
• Livro 2 - Eldest
Eldest acompanha o amadurecimento do jovem guerreiro protagonista da história. A narrativa começa três dias após a cruel batalha travada por Eragon para libertar o Império das forças do mal. O Cavaleiro de Dragões se vê envolvido em novas e emocionantes aventuras. Em busca de um tal Togira Ikonoka, O Imperfeito que é Perfeito, que supostamente possui as respostas para todas as suas perguntas, Eragon parte, junto com Saphira, o dragão azul que o acompanha desde o início da aventura, para Ellesméra, a terra onde vivem os elfos. Lá, eles pretendem aprender os segredos da magia, da esgrima e aperfeiçoar o seu domínio da língua antiga.
• Livro 3 - Brisingr
Em Brisingr, Eragon e seu dragão, Saphira, conseguiram sobreviver à batalha colossal na Campina Ardente contra os guerreiros do Império. No entanto, Cavaleiro e dragão ainda terão de se deparar com inúmeros desafios. Eragon se vê envolvido numa série de promessas que talvez não consiga cumprir, como o juramento a seu primo, Roran, de ajudá-lo a resgatar sua amada Katrina das garras de Galbatorix. Todavia, Eragon deve lealdade a outros também. Os Varden precisam desesperadamente de sua habilidade e força, assim como elfos e anões. Com a crescente inquietação dos rebeldes e a iminência da batalha, Eragon terá de fazer escolhas que o levarão a atravessar o Império, viajando muito além. Escolhas que poderão submetê-lo a sacrifícios inimagináveis. Conseguirá o jovem unir as forças rebeldes e derrotar o Império?
• Livro 4 - Herança
Até bem pouco tempo, Eragon nada mais era do que um pobre garoto da fazenda, e seu dragão, Saphira, apenas uma pedra azul na floresta. Em Herança, o destino de toda uma civilização está sobre seus ombros. Fortalecidos por longos treinamentos e incontáveis batalhas, Eragon e Saphira somam muitas vitórias, mas também colecionam as dores de perdas muito difíceis. Agora, a derradeira batalha está para começar. O Cavaleiro e seu dragão chegaram mais longe do que qualquer um ousou imaginar. Mas será que eles serão capazes de derrubar o poderoso tirano Galbatorix e restaurar a justiça no reino da Alagaësia? E se conseguirem, qual será o custo da vitória?
• O Guia da Alagaësia de Eragon
Dos criadores dos livros mais vendidos Dragonologia, Egiptologia, Piratelogia, e outros, esta é uma visão nunca antes visto no mundo do Ciclo da Herança de Christopher Paolini. Alagaësia ao vivo, em um visual exuberante e detalhado de uma terra mágica inesquecível. De elfos, anões, urgals, humanos e dragões, a paisagem natural e a magia que ela contém, oferece ao leitor uma viagem inigualável. Este livro cheio de cor, repleto de obras de arte espetaculares, envolvendo elementos de novidade, e uma visão fascinante sobre a casa de Eragon. Com belíssimas jóias que ornamentam a capa e as páginas cheias de envelopes desdobráveis, as amostras de pele de dragão e mais, O Guia da Alagaësia de Eragon é certo apelo à legião de fãs do BestSeller Ciclo da Herança de Christopher Paolini.
Acho as capas dessa série lindas ♥
Eu só li os dois primeiros livros, e acho que comecei o terceiro (não me recordo muito bem porque faz anos que li heh) e não cheguei a terminar. Não me lembro do que senti lendo essa série, por isso gostaria de reler assim que possível para formar uma opinião novamente =)
Existem boatos de que quando o autor retornar das férias lance um livro que conte a história de Brom em sua juventude, contando fatos ocorridos antes da série Ciclo da Herança. Dizem também que é possível que ele lance uma nova série como continuação do Ciclo da Herança, contando com novas tramas e personagens. Vamos ficar no aguardo para novas notícias =)
E é isso pessoal.
Espero que tenham gostado.
Até a próxima sexta! o/
Mostrando postagens com marcador Christopher Paolini. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Christopher Paolini. Mostrar todas as postagens
Coluna: Falando na lata #1
Oi pessoal!
Ahh, agora sim posso respirar um pouco, minhas provas acabaram!! Quero dizer... Quase todas, ainda falta uma, mas agora estou mais tranquila!
Bom, resolvi dar um pause nas inúmeras resenhas que venho trazendo, uma seguida da outra e irei inaugurar a minha primeira coluna fixa!
O Falando na Lata, será uma coluna que eu trarei mensalmente, falando sobre, bom, livros é claro.
Tema de hoje: Ponta pé inicial na leitura, afinal existem aqueles que não gostam de ler?
Lembro-me bem do primeiro livro que li por conta própria. Eu estava na sexta série (ou seria sétima?), e uma colega estava comentando sobre um livro que ela havia lido e era bastante interessante, ela dizia que era muitíssimo bem escrito e que era uma maravilha, então pensei com meus botões.
Poxa deve realmente ser bom.
E aí ela se virou para mim e me perguntou se eu já havia lido Onze Minutos do Paulo Coelho e eu disse que não. Inesperadamente ela me estendeu o livro e disse para eu ler... E eu li.
Agora devo dizer que, na época eu fiquei chocada, pois era um livro, digamos, adulto que contava a história de uma prostituta chamada Maria, e na minha época de sexta série, pessoas como eu eram consideradas crianças e não era que nem hoje em dia que toda a sexta série está com a cabeça enfiada em um 50 Tons de Cinza da vida ou em um Toda Sua, nada disso senhor, naquela época liamos Pedro Bandeira, A Droga da Obediência era um fenômeno, ou então nós víamos as crianças lendo Harry Potter.
De qualquer forma, eu li o livro. Fiquei abismada com as cenas adultas no livro e depois me perguntei como alguém lia aquilo por vontade própria. Dei de ombros e não peguei mais em um livro por um bom tempo.
O bom tempo durou apenas até meus quinze anos, quando em um passeio pelo Centro da Cidade no Rio de Janeiro, minha tia me levou até a Biblioteca Pública e lá eu peguei Romeu e Julieta de Shakespeare e minha prima O Diário da Princesa de Meg Cabot.
Bom, foi uma surpresa para mim, quando dentro do ônibus saquei O Diário da Princesa e comecei a devorar, não preciso dizer que no final eu fiz minha prima trocar de livro comigo não é? É, eu fiz.
Mais tarde, no segundo ano do Ensino Médio, conheci uma menina - que é minha amiga até hoje - e ela me emprestou Eragon de Christopher Paolini e foi aí que eu soube o que era sofrer por esperar tanto, mais tanto um livro ser lançado.
Depois de devorar Eragon, contei os dias (literalmente) para o lançamento de Eldest. Eragon me levou até A Mediadora de Meg Cabot, A Mediadora me levou até a série Garotos, também da Meg Cabot, A série Garotos me levou até Vampiratas de Justin Somper, que me levou até Sr. Ardiloso Cortês de Derek Landy e a partir daí não parei mais...
Li de tudo um pouco: De José de Alencar até Stephenie Meyer, de Tolkien até J.K Rowling, de Nora Roberts até Derek Landy, de Justin Somper até Keila Gon, de Sophie Kinsela até Lauren Kate, de Oscar Wild até Jane Austen, e a lista vai seguindo.
Hoje tenho o orgulho de dizer que possuo cento e vinte e nove livros e desses, apenas vinte eu ainda não li.
Agora me vem a cabeça, na época em que comecei a ler, a literatura juvenil ainda não era tão explanada quanto hoje. Era difícil ver alguém na rua lendo, às vezes eu via algum fã de Harry Potter ou algum fã de O Senhor dos Anéis, mas não como hoje.
Isso me deixa feliz, ver o quanto o mercado literário cresceu, mesmo que às vezes não tenhamos produtos tão bons assim nas prateleiras, mas; na minha opinião, o que realmente importa é ver as pessoas dando o ponta pé inicial. O meu foi aquela minha colega de classe que me emprestou um livro do Paulo Coelho, eu posso não ter gostado do livro, mas depois parti para outro e mais outro e mais outro, até enfim descobrir meu gênero.
Cada um tem seu gosto, cada um tem seu gênero, não existe aquele que não gosta de ler existe aquele que ainda não encontrou seu gênero preferido. Procure, não tenha preguiça, um dia você acha e quando você achar, ah meu amigo(a), largar, você nunca mais vai.
"O livro tem a vantagem de estarmos só, mas ao mesmo tempo acompanhado." Já dizia nosso querido Mário Quintana, e não consigo encontrar palavras mais perfeitas que essa pra descrever exatamente nossos queridos amigos, os livros.
Ahh, agora sim posso respirar um pouco, minhas provas acabaram!! Quero dizer... Quase todas, ainda falta uma, mas agora estou mais tranquila!
Bom, resolvi dar um pause nas inúmeras resenhas que venho trazendo, uma seguida da outra e irei inaugurar a minha primeira coluna fixa!
O Falando na Lata, será uma coluna que eu trarei mensalmente, falando sobre, bom, livros é claro.
Tema de hoje: Ponta pé inicial na leitura, afinal existem aqueles que não gostam de ler?
Lembro-me bem do primeiro livro que li por conta própria. Eu estava na sexta série (ou seria sétima?), e uma colega estava comentando sobre um livro que ela havia lido e era bastante interessante, ela dizia que era muitíssimo bem escrito e que era uma maravilha, então pensei com meus botões.
Poxa deve realmente ser bom.
E aí ela se virou para mim e me perguntou se eu já havia lido Onze Minutos do Paulo Coelho e eu disse que não. Inesperadamente ela me estendeu o livro e disse para eu ler... E eu li.
Agora devo dizer que, na época eu fiquei chocada, pois era um livro, digamos, adulto que contava a história de uma prostituta chamada Maria, e na minha época de sexta série, pessoas como eu eram consideradas crianças e não era que nem hoje em dia que toda a sexta série está com a cabeça enfiada em um 50 Tons de Cinza da vida ou em um Toda Sua, nada disso senhor, naquela época liamos Pedro Bandeira, A Droga da Obediência era um fenômeno, ou então nós víamos as crianças lendo Harry Potter.
De qualquer forma, eu li o livro. Fiquei abismada com as cenas adultas no livro e depois me perguntei como alguém lia aquilo por vontade própria. Dei de ombros e não peguei mais em um livro por um bom tempo.
O bom tempo durou apenas até meus quinze anos, quando em um passeio pelo Centro da Cidade no Rio de Janeiro, minha tia me levou até a Biblioteca Pública e lá eu peguei Romeu e Julieta de Shakespeare e minha prima O Diário da Princesa de Meg Cabot.
Bom, foi uma surpresa para mim, quando dentro do ônibus saquei O Diário da Princesa e comecei a devorar, não preciso dizer que no final eu fiz minha prima trocar de livro comigo não é? É, eu fiz.
Mais tarde, no segundo ano do Ensino Médio, conheci uma menina - que é minha amiga até hoje - e ela me emprestou Eragon de Christopher Paolini e foi aí que eu soube o que era sofrer por esperar tanto, mais tanto um livro ser lançado.
Depois de devorar Eragon, contei os dias (literalmente) para o lançamento de Eldest. Eragon me levou até A Mediadora de Meg Cabot, A Mediadora me levou até a série Garotos, também da Meg Cabot, A série Garotos me levou até Vampiratas de Justin Somper, que me levou até Sr. Ardiloso Cortês de Derek Landy e a partir daí não parei mais...
Li de tudo um pouco: De José de Alencar até Stephenie Meyer, de Tolkien até J.K Rowling, de Nora Roberts até Derek Landy, de Justin Somper até Keila Gon, de Sophie Kinsela até Lauren Kate, de Oscar Wild até Jane Austen, e a lista vai seguindo.
Hoje tenho o orgulho de dizer que possuo cento e vinte e nove livros e desses, apenas vinte eu ainda não li.
Agora me vem a cabeça, na época em que comecei a ler, a literatura juvenil ainda não era tão explanada quanto hoje. Era difícil ver alguém na rua lendo, às vezes eu via algum fã de Harry Potter ou algum fã de O Senhor dos Anéis, mas não como hoje.
Isso me deixa feliz, ver o quanto o mercado literário cresceu, mesmo que às vezes não tenhamos produtos tão bons assim nas prateleiras, mas; na minha opinião, o que realmente importa é ver as pessoas dando o ponta pé inicial. O meu foi aquela minha colega de classe que me emprestou um livro do Paulo Coelho, eu posso não ter gostado do livro, mas depois parti para outro e mais outro e mais outro, até enfim descobrir meu gênero.
Cada um tem seu gosto, cada um tem seu gênero, não existe aquele que não gosta de ler existe aquele que ainda não encontrou seu gênero preferido. Procure, não tenha preguiça, um dia você acha e quando você achar, ah meu amigo(a), largar, você nunca mais vai.
"O livro tem a vantagem de estarmos só, mas ao mesmo tempo acompanhado." Já dizia nosso querido Mário Quintana, e não consigo encontrar palavras mais perfeitas que essa pra descrever exatamente nossos queridos amigos, os livros.
Marcadores:
Christopher Paolini,
Coluna,
Falando na Lata,
Meg Cabot
Assinar:
Postagens (Atom)








