Coluna: Batalha de Capas #10 - Morra por Mim - Amy Plum

Olá pessoas! Como vocês estão?

Atrasei um pouco o post porque estava gripada. Fiquei de cama dois dias com febre, garganta ruim, tossindo bastante.... Uma droga completa! xD Mas já estou melhor e vim atualizar a coluna pra vocês!

Começando com o resultado da última batalha. A capa vencedora foi...



Eu achei essa capa tão fofinha! Fiquei  feliz por ela ter vencido. Em segundo lugar ficou a capa da Inglaterra, com 20% dos votos. Obrigada pela participação o/

E vamos a batalha da semana! Chegamos a décima edição da coluna, obaaa o/
O livro escolhido dessa vez é Morra por Mim, da Amy Plum. Ainda não li esse livro, embora o mesmo esteja na minha lista de leitura. Dessa vez só consegui trazer seis capas diferentes, foi um pouco difícil de achar hehe

Sinopse:

Depois que seus pais morrem em um acidente de carro, Kate e sua irmã, Georgia, vão morar com os avós em Paris. Enquanto Georgia encontra na balada a cura para sua tristeza, Kate é mais introspectiva e se recusa a sair e se divertir, até resolver ir para um café com seus livros para tomar um pouco de sol. Ela conhece Vincent, um belo e misterioso garoto parisiense. Ao se relacionar com o menino e descobrir sua história, Kate tem que escolher entre deixar sua paixão de lado e seguir a vida em segurança, e assumir seus sentimentos e toda a complicação que seria namorar alguém imortal e com inimigos, e mudar para sempre sua vida.
"Eu sabia que existia algo diferente em Vincent. Eu tinha sentido isso, mesmo antes de ver sua foto no obituário. Era algo distante de mim, e muito obscuro para eu conseguir entender. Então eu ignorei. Mas agora vou descobrir quem ele é."

Capas:




Todas são lindas! A do Brasil e dos Estados Unidos seguem a mesma linha, bem como a da França. Acho que a que eu menos gosto é da Alemanha.




Papo com Carlos #2 | Presente de Grego

E aí, turma? Como vocês estão?
Curtindo muito a Copa do Mundo ou, como eu, não aguentando mais ouvir falar de futebol?
Seja qual for a resposta, espero que estejam pelo menos curtindo os feriados fora de época propostos pelos jogos.

Hoje é quarta-feira e é meu dia de atualização no blog. E, conforme o prometido duas semanas atrás, vamos falar de Percy Jackson.

Embora não seja pelos motivos que vocês provavelmente estão pensando, eu estou empolgado para dividir meu ponto de vista com vocês e arrecadar uma série de críticas.
Tudo bem. (Respirando fundo.) Preparados? Aí vai:
Eu não gosto de Percy Jackson.

Sim, meus caros. E já que é pra revelar, vou aproveitar pra tirar o curativo de vez e assumir também que prefiro aos filmes que os livros.

Mas calma. Não fechem a página do blog e não me xinguem (pelo menos não até chegarem ao fim da postagem) antes de lerem meus argumentos.

Entendam: eu acho a ideia original excelente. Quero dizer, um herói grego moderno é de despertar um vívido e imediato interesse. Então, se eu sou de acordo com a proposta do autor de reviver a mitologia grega, por que diabos eu não gosto do Sr. Jackson e seu grupo de semideuses disléxicos?

Cá estão meus pontos:


Estória é demasiada infantil.
Sim, vocês podem alegar que o público alvo é exatamente esse, mas, turma, há de convir que o enredo tem que evoluir com o passar dos livros, a personalidade dos protagonistas se tornar mais forte de acordo com a idade que eles vão adquirindo e, após os cinco publicações de Percy Jackson e os Olimpianos e mais algumas de Os Heróis do Olimpo, não vi nenhuma mudança no comportamento de Percy, Annabeth e Grover que pudesse comparar com minhas próprias experiências ou talvez almejar viver.

Ausência de construção de personagens.
Não consegui me ligar a nenhum personagem em particular, nem sentir pena, ódio ou sequer amor. Não consegui encontrar em nenhum dos cinco primeiros livros a preocupação do autor em querer simpatizar o leitor com seus protagonistas. Raramente somos levados para as experiências passadas dos mesmos e, quando temos a oportunidade de vislumbre, ele é rápido, pouco informativo e, principalmente, carente de emoção.

Péssimas piadas.
Rick Riordan por algum motivo acreditou que era um bom piadista e simplesmente se permitiu (sem a interferência de um editor realista) explorar esse seu lado nada positivo em seus livros. Para não me estender, vou focar apenas no grupo de centauros doidos que ele criou (e suas camisetas temáticas que fico na dúvida se arrancou risada ou compaixão do próprio Percy) e das Górgonas (em particular Euríale, com colete do Bargain Mart, vestido florido, presas enfeitadas com adesivos de 50% de desconto, e um crachá escrito: Olá! Meu nome é MORRA, SEMIDEUS MALDITO!) .
 

Eu que vi primeiro o filme, acabei indo buscar o livro depois, acreditando que iria me deparar com aquelas informações que normalmente são omitidas para que o roteiro não se torne tão prolongado e cansativo. A minha surpresa, porém, foi que achei extremamente necessária as mudanças feitas na estória de O Ladrão de Raios para que ela se tornasse uma película.

Tenho que tirar o meu chapéu ao diretor do primeiro longa, Chris Columbus, que também foi o mesmo de Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara Secreta, para ter coragem de alterar os pontos que sem sombra de dúvida fariam a crítica cair em cima pela semelhança com seus dois filmes anteriores. Impedir que Annabeth tivesse o seu famoso chapéu de invisibilidade e excluir Cérbero, o cachorro de três cabeças que guarda a entrada do submundo, foram sem dúvida alguma pontos positivos para a trama. Além disso, colocar um mapa para que os três personagens principais tivessem de fato uma busca e não uma aventura a esmo como no original, deu sentido à fuga que Percy, Annabeth e Grover fizeram do Acampamento Meio-Sangue.

Devo admitir também que Os Heróis do Olimpo já melhorou em muito essas dificuldades que Rick Riordan demonstrava em suas publicações anteriores (eu, inclusive, jamais consegui terminar de ler As Crônicas de Kane de tão terrível que é – ele conseguiu estragar a fascinação que eu tinha pelo Egito), mas ainda falta muito para o autor fazer jus à mitologia a qual ele se comprometeu ao presentear o mundo com seu herói Percy Jackson.

E é isso, pípol. Por hoje é só.
Quero saber a opinião de vocês. Concordam? Discordam?
Nossos comentários estão a espera de vocês.
E eu os aguardo aqui na quarta que vem.
Até!

Resenha: O Segredo de Ella & Micha por Jessica Sorensen


Título: O Segredo de Ella & Micha
Autor(a): Jessica Sorensen
Editora: Geração
Páginas: 260
Ano: 2013
ISBN: 978-85-8130-182-2

   O que será que houve com Ella? Uma garota que fugiu para outra cidade a fim de fugir de seu passado, e Micha, um rapaz apaixonado e disposto a tudo para conseguir seu amor de volta?
   Ella e Micha são amigos de infância, mas um trágico acontecimento afasta Ella de sua cidade natal e de Micha. Ella, agora, adota uma personalidade diferente e foge para a universidade de Nevada em Las Vegas, porém, quando as férias chegam, ela é obrigada a retornar para sua cidade e para Micha.
   Agora, com um novo visual e uma nova personalidade, ela vai tentar convencer o seu amigo de infância e seu amor, de que a Ella que ele conheceu não existe mais.
Micha, não se deixa enganar por essa "nova" Ella e lutará com unhas e dentes para recuperar sua amiga adormecida dentro dessa nova personalidade fria e sem emoções e para reconquistar o coração da garota por quem ele sempre fora apaixonado.

Resenha: Veneno por Sarah Pinborough



Título: Veneno
Autor(a): Sarah Pinborough
Editora: Única
Páginas: 223
ISBN: 978-85-67028-00-2

    E se a Rainha Má não fosse tão má assim? E se Branca de Neve fosse uma princesa mimada e rebelde?
    Em Veneno, conhecemos um outro lado desse conto de fadas.
Após ir para a batalha, o rei deixa sua querida filha, Branca de Neve, aos cuidados de sua sexy e linda esposa.
     A rainha aproveitando a ausência do rei, decide ensinar sua enteada - uma jovem rebelde e selvagem, que monta cavalos como homens, que reusa-se a usar espartilhos ou a escolher um marido – a comportar-se como uma dama da corte.
    Entretanto, Branca de Neve, que não leva desaforos para casa e não faz aquilo que não quer, desafiará a rainha e todos a sua volta sofrerão as consequências dessa guerra de poder.
    Confesso que criei toda uma expectativa para este livro. Encantei-me em saber que estava prestes a ler mais uma história que reconta de forma mais moderna o conto de A Branca de Neve e de outros contos de fadas.

Conhecendo o Autor #9 - Tahereh Mafi

Oi pessoas! Tudo bom?

Voltando hoje com a coluna Conhecendo o Autor. Essa semana é a vez da Tahereh Mafi. Ainda não li essa série, mas está na minha lista de desejados! Só ouço críticas positivas, o que só aumenta minha vontade! xD

Biografia:


Tahereh Mafi tem 25 anos. Nasceu em uma cidadezinha de Connecticut e hoje mora em Orange County, California - onde bebe muita cafeína e acha o tempo muito perfeito para seu gosto. É formada em Artes e fala oito idiomas. Quando não encontra um livro, ela pode ser vista lendo papéis de bala, cupons e receitas antigas. Em 2011, lançou seu primeiro livro, Estilhaça-me, publicado no Brasil no ano seguinte. Após estrondoso sucesso, teve os direitos de sua obra vendidos para 22 países e os estúdios Fox compraram os direitos de adaptação para o cinema.


Pois é... Aposto que como eu, muitos se perguntam o porque dela estar sempre com esse lenço na cabeça. Até tentei procurar, mas não encontrei respostas. Não sei se é por religião ou moda, ou talvez ela queira esconder algo com o lenço, quem sabe.
Se alguém conseguir essa resposta pode saciar minha (e acredito que de muitos também! xD) curiosidade nos comentários!

Obras:

Tahereh Mafi é autora da série Estilhaça-me, lançada pela Editora Novo Conceito.

• Livro 1 - Estilhaça-me

Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

• Conto 1,5 - Destrua-me
Disponível somente em e-book. Para fazer download, clique aqui.

Perfeito para os fãs de estilhaça-me que aguardam desesperadamente a liberação de Liberta-me, este original digital da série irá preencher a lacuna entre esses dois romances a partir da perspectiva do vilão que todos nós amamos odiar, Warner, o líder cruel do Setor 45. Em estilhaça-me de Tahereh Mafi, Juliette escapou o restabelecimento seduzindo Warner e, em seguida, colocando uma bala em seu ombro. Mas como ela vai aprender em Destrua-me, que Warner não é tão fácil de se livrar. . . De volta à base e se recuperando de seu ferimento quase fatal, a Warner fará de tudo em seu poder para manter seus soldados em cheque e suprimir qualquer menção de uma rebelião no setor. Ainda que obcecado com Juliette, como sempre, a sua primeira prioridade é encontrá-la, trazê-la de volta, e dispor de Adam e Kenji, os dois traidores que ajudaram a sua fuga. Mas quando o pai de Warner, O Comandante Supremo do restabelecimento, chega para corrigir os erros de seu filho, é claro que ele tem muito planos diferentes para Juliette. Planos esses que Warner simplesmente não pode permitir. Na sequencia de Estilhaça-me e antes de sua próxima sequencia, Liberta-me, Destrua-me é uma estoria contada a partir da perspectiva da Warner, o líder cruel do Setor 45.

• Livro 2 - Liberta-me

Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.

• Conto 2,5 - Fragmenta-me
Disponível somente em e-book. Para fazer download, clique aqui.

Neste eletrizante conto da trilogia Estilhaça-me, descubra o que aconteceu com os rebeldes do Ponto Ômega após lutarem contra o Reestabelecimento. Fragmenta-me é contado do ponto de vista de Adam, respondendo as principais dúvidas dos leitores após grande final de Liberta-me. Enquanto o Ponto Ômega prepara para lançar um ataque-surpresa contra os soldados do Reestabelecimento a postos no Setor 45, o foco de Adam está bem longe do campo de batalha. Ele está se recuperando do rompimento com Juliette, apavorado pela vida do seu melhor amigo e preocupado como sempre com a segurança do seu irmão James. E justo quando Adam começa a pensar se aquela vida é mesmo para ele, o alarme soa. É hora de começar a guerra. No campo de batalha, é como se tudo estivesse a seu favor – mas derrubar Warner, que Adam descobriu recentemente ser seu meio-irmão, não é fácil. O Reestabelecimento não tolera rebeliões, e por isso fará qualquer coisa para massacrar a resistência... inclusive matar a todos que são importantes para Adam. Fragmenta-me prepara o leitor para as emoções de Incendeia-me, o explosivo final da série distópica de Tahereh Mafi.

• Livro 3 - Incendeia-me
Para ler a resenha, clique aqui.

O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi a única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.




Recentemente a Editora Novo Conceito lançou jackets para os dois primeiros livros da série para igualar os modelos das capas. Eu me apaixonei por essas capas novas, e quando for comprar vou com certeza correr atrás delas!!




Então é isso pessoal. Vou ficando por aqui (depois desse post enoooorme! hahaha)
Espero que tenham gostado e até a próxima =)